domingo, 14 de agosto de 2011

O manto Sobreposto


Procurei a Liberdade nas entranhas de mundo Injusto
Degustei o simples sabor da vingança
Sinti o prazer da prosa ao teu lado
Mares de sangue,lagos de vísceras
Assim sinto meu mundo,erguendo-se em meio de cadáveres
Uma parede que  representa o egoísmo
Vidas já não valem mais nada
Nada mais é físico,a própria vida nos abandonou...
Terei de seguir por esse caminho ensanguentado,que o próprio homem criou.
Tentando achar uma saída,mas tudo isso,é o que sou,o que acabei me tornando
Nada mais.Por Final acabei me tornando um monstro da sociedade.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Caindo de um abismo,essa e a sensação
Sem asas,me aprofundo cada vez mais nessa escuridão
Caindo e caindo...

Sem um fim,tudo se torna mais desesperador
Um abismo sem fim
Uma mente desesperada clamando por Liberdade


Liberdade que é cedida  apenas com um final.
È tudo que procuro...
Almejo por ti Paz.


sexta-feira, 22 de julho de 2011

Um dia Normal

Enquanto paredes caem  á minha volta
Muros de lágrimas são construídos ao meu redor
Vivo na pura ilusão de um dia melhor
Escrevendo por algo,ou alguém que não exista
Esse sou eu,vivendo ao lado da melancolia desse mundo
Sem nem uma escapatória
Nos afundamos cada vez mais nesse mar de amargura

Vejo tudo caindo,vejo apenas destroços
Quem sabe esse é meu reflexo no espelho da vasta amargura
Meteoros caem dos céus,a destruição prevalece nesse silencio
Será que alguém pode me ouvir
Essa é a pergunta da minha vida

Navegando em uma mar de tristezas,relembrando o passado
Encontro apenas escombros,apenas destruição

Quando olhamos para frente,temos enjoo da realidade
A única segurança que temos,é nos fechar em pequenos espaços
E chorar as lágrimas da amargura,de onde havia felicidade
Apenas nos resta Lágrimas.

Os caminhos

Seguindo meu Destino
Vou em frente
Com meu Pincel e minha Tela
Pinto os versos de meus poemas
Escrevo sobre tudo e o nada
Apenas relatando o que meus olhos vêem 
O que meu coração sente,minha alma padece
Em forma de trovas,minhas lágrimas se transformam   em versos
E com um sorriso em meu rosto
Sigo pelas ruas a caminho de meu destino
Sigo pincelando os caminhas da minha vida

Pela Manha

Logo pela manha
Tudo que vejo são cinzas
Tudo parece tão diferente
Mas nada mudou


Uma percepção não alterada da realidade
O frio cortando meus Lábios
Algo mudou...,mas sei que não sou eu


Tudo parece tão triste
Mas desta vez a melancolia
Parece não estar presente 
Vivendo o agora... 
Sem lamentações de um dia
Frio e escuro
Sinto que nada pode me abalar
Abalar o que esta por vir e vira

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Para quem acompanha o Blog,estarei saindo amanha do Pais,nesse tempo não postarei.


Quando voltar atualizo o Blog com novos Poemas.


Att: Victor Cullen